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terça-feira, 17 de setembro de 2013

A arte ao longo da humanidade


Eu quero desaprender para aprender de novo.
Raspar as tintas com que me pintaram.
Desencaixotar emoções, recuperar sentidos.
Rubem Alves



Na pré-história (9000 a.C. a 6500 a.C.) os homens desenhavam animais, representando suas caçadas, porém no santuário de Trois Frères em Montesquieu-Avantes, na província de Ariège, na França, foi encontrada uma figura que se associa a uma figura humana, coberta de pele de bisão e máscara de rena ou cervo; seu corpo reproduz movimentos de uma dança, com braços, pernas e troncos flexionados de forma que conduzem a tal representação. Presume-se ser um ritual de dança sagrado. Este painel reproduz uma das gravuras encontradas na França, aqui é possível observar a figura de vários animais, representando as caçadas, indispensáveis para a sobrevivência, porém entre eles, uma das imagens assemelha-se a um homem.  


Foto: A. Sieveking Os artistas das cavernas.

A arte sempre esteve presente nas representações das sensações humanas, desde rituais de nascimento à morte, de adoração aos deuses e fenômenos da natureza.
Acredito que a arte seja o caminho para despertar o interesse pela vida, de provocar sensações e gerar interações. 
A dança, desenhos, reprodução de sons, exploração de formas, entre outros, são fontes de percepção do ambiente, a criança aprende com aquilo que gosta, que seja significativo; Wallon fala da afetividade como meio de aprendizagem; e a arte permite explorar diversos recursos para que esta se manifeste!

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